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Igrapiúna – IDES

Igrapiúna

Igrapiúna

Igrapiúna

Igrapiúna surgiu de uma idéia de índios tupiniquins denominada “Igarapé -Una” que em Tupi Guarani significa pequeno rio de águas escuras. A partir do início do século XVIII, os portugueses foram atraídos para o local iniciando os cultivo de mandioca, arroz e cana de açúcar, datando desta época o princípio da construção da igreja de Nossa Senhora das Dores, padroeira da localidade. A criação do município aconteceu somente nos anos 80. O primeiro pedido de emancipação ocorreu em 1962, sendo negado. Em 1980, nova solicitação foi encaminhada a assembléia legislativa do Estado da Bahia, baseada, desta vez, na expansão do cultivo de seringueira em Igrapiúna. Com a aprovação do projeto de lei em 15 de dezembro de 1998 e o posicionamento favorável de 80% da população (expresso no plebiscito realizado em janeiro de 1998), o distrito foi, finalmente desmembrado de Camamu e elevado a condição de município. A emancipação ainda não gerou os reflexo esperado e o município enfrenta enormes carência de infra-estrutura básica de educação e de saúde. Na década de 90, a crise na atividade agrícola agravou o quadro sócio econômico de Igrapiúna que, situada nas proximidades de Ituberá e de Camamu, ver tolhidas as suas perpectivas de expansão autônoma a mercê dos efeitos polarizadores exercidos por aquelas sedes municipais.

  • Atrativos da Cidade: A Ilha Coroa Vermelha com formação de dunas no meio do oceano; as Ilhas de Pedra Furada e de Quiepe, Ilha do Contrato Formada por lindos coqueirais e vastos manguezais; O Rio Igrapiúna, tendo como principal atrativo as cachoeiras de Pancada Grande do Parafuso, rio Mariana ou Serinhaém e Ilha dos Tubarões.
  • Esmola de São Benedito: Grupo que sai com a imagem de São Benedito da igreja matriz de Nossa Senhora das Dores, tocando caixas e timbaus.
  • Pau de fita: Dança que representa a colheita e o plantio em que os casais participantes dançam e cruzam fitas coloridas em volta do pau.
    Grupo Folclórico Maculelê: Grupo originado da roda de capoeira onde os escravos dançavam para comemorar a boa colheita de cana.
  • Comunidades remanescentes de quilombo
    Dendê, Ilha das Flores, Martins, Osmeira, Pedra Mole, Ponta, Rio de Carmucim, Rio Novo, Salina e Laranjeira.
  • Gastronomia
    mariscos, licores e doces feitos com frutas da região, Pupunha, que é feito bolo e pamonha, Quiçári, tipo de aipim que é servido com côco ralado.

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